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Joanna de Ângelis fala sobre o feminismo

Perante Deus são iguais os direitos do homem como os da mulher, embora situados em misteres próprios, podendo executar um a tarefa do outro, conforme as circunstâncias, sem que se invertam as finalidades da vida de cada qual.

Realizando os devers que lhes cumprem, completam-se esse dois elementos, propiciando-se a harmonia. O feminismo, no bom sentido, é perfeitamente louvável, quando proclama a dignidade da mulher, os seus valores e os seus direitos, não, porém, quando conclama à disputa de papéis que ao homem cabe desempenhar; ou ao direito ao aborto criminoso, como meio de afirmação, derrapando em lamentável delito, ou na liberação da sexualidade, escravizando-se ao instinto e rolando no paul de suas mais vis dependências; ou da aceitação dos vícios e condicionamentos inferiores que ao homem tem amesquinhado através dos séculos e de que se deveria libertar, sem que o lograsse até este momento.

A ninguém, ao homem ou à mulher, são concedidos a libertinagem, o cultivo dos vícios degradantes, as licenças morais perniciosas, a prática de crimes.

Como foi fantástico ler isto pela primeira vez! e tão fácil foi concordar de imediato! naturalmente, mulheres tem o instinto para a prática do sexo por amor. Para nós não faz sentido "ficar", bem o sei, já provei.. não digo por falso moralismo, mas por experimentação. E muito antes de conhecer Joanna e seus escritos já tinha tomado minha decisão.

Nós mulheres sabemos exatamente o valor do envolvimento, do carinho crescente e consequente prazer em estar juntos. Não as mulheres que assumiram papéis masculinos, mas nós que ousamos criar um novo papel para a mulher. Aquele que Deus nos reservou, com firmeza, sem falsa submissão. Que mãe não conhece a paciência infinda de ensinar a mesma coisa centenas de vezes! em algum momento cobramos mais incisivamente, mas ainda assim não desistimos de ver nossos filhos melhorarem, assumirem responsabilidades, não desistimos deles.

E sobre o: podendo um executar a tarefa do outro, sem que se invertam as finalidades da vida de cada qual. Poderia ser mais racional? Que cada um faça aquilo que melhor sabe fazer, sem problema. Evidentemente isto exige evolução: esquecer os papéis sociais, tão distorcidos nesta civilização, e assumir com o coração que nem sempre o princípio feminino, mais suave, está exatamente na fêmea.. assim como nem sempre a atitude mais ativa e racional será do macho. Neste momento do planeta as coisas se misturam e só parecem confusas devido à nossa relutância em deixar de parecer e apenas ser.

Conhecemos muitas falsas mulheres, que se fantasiam de submissas diante do marido, apenas por conveniência.. no entanto na ausência deste, viram predadoras absolutas! tanto sexualmente, quanto na total ausência de compaixão e de senso de justiça. Que Deus ajude a todos nós a alcançar um décimo da lógica que vejo nos escritos de Joanna de Ângelis e de outros, são muitas mensagens de cunho inteligente, racional e de muita esperança, uma vez que nos libera da obrigação de parecer com algo que não combina com o nosso íntimo.

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